sábado, 26 de março de 2011

presidente do lemem pode deixar hoje

Iêmen e seria baseado em uma oferta do presidente Saleh de deixar o poder no fim do ano, segundo o ministro de Relações Exteriores, Abubakr al-Qirbi. Neste sábado, manifestantes seguem protestando na capital do país, Sanaa.
O chanceler, que é um aliado muito próximo do presidente, afirma que o diálogo se baseia na própria oferta de Saleh em sair do poder até o fim deste ano. A oposição tem deixado claro que exige a saída imediata do presidente.
O Iêmen, um país pobre e dividido em tribos que se tornou base da rede Al Qaeda, vive uma situação de conflito desde janeiro. Inspirado pelos protestos na Tunísia e Egito, o país passou a ser palco de protestos para acabar com o governo autoritário de Saleh.
Nesta sexta-feira, dezenas de milhares de pessoas - a favor e contra o presidente - foram às ruas na capital do Iêmen, uma semana após 50 manifestantes terem sido mortos em um ato público.
Manifestantes contrários ao governo têm ido às ruas das principais cidades do país, um dos mais pobres do Oriente Médio, exigindo a renúncia do presidente, que está no poder desde 1978.
Dois familiares particularmente impopulares junto aos iemenitas são o filho do presidente, Ahmed, que comanda a Guarda Republicana, e seu sobrinho e genro Yahia, que lidera as forças de segurança do país.
Mudança de lado